Anacardiaceae R. Br., Narr. Exped. Zaire 431,
1818.
Árvore, caule tronco
estriado, reticulado; ramo cilíndrico,
glabro, inerme;
gavinha ausente. Exsudato ausente, presente, alvo. Odor intenso de manga.
Embira presente, ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, simples, imparipinada,
peciolada, basifixa, forma oboval, oblonga, elíptica, margem inteira, coriácea,
membranácea ou coriácea, broquidódroma,
cladódroma, concolor.
Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa,
diclina, monoclina, hipógina, diplostêmone;
cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva,
vermelha; corona ausente; androceu
dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente,
estames 10, antera rimosa; gineceu sincárpico,
ovário súpero, tricarpelar, trilocular,
placentação pêndula. Fruto drupa, noz, reniforme,
globóide. Semente arilo ausente.
Anacardiaceae
é uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta
família pertencem aroeira, aroeira do sertão, cajá, cajarana, caju, ciriguela.
De
acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 70 gêneros e 700
espécies. No Brasil ocorrem 15 gêneros e 65
espécies, sendo 18 destas endêmicas do
Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 7 gêneros e 7
espécies.
Referências
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