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Piperaceae - Piper caldense C. DC.




















Piper caldense C. DC., Linnaea 37: 343. 1871-1873 [1872].

Piperaceae Giseke, Prae. Ord. Nat. Pl. 123. 1792.

 Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico com pontos alvos, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, cordada, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência espiga, axilar. Flor séssil, aclamídea, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice ausente, corola ausente; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-tricarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto baga, drupa, globóide. Semente obovoide, testa preta, arilo ausente.

Piperaceae é a família do pimenta-do-reino, pimenta-de-macaco, sendo muito importante para a espécie humana, utilizada na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 5 gêneros e 2000 espécies, sendo predominantemente pantropical.  No Brasil ocorrem 3 gêneros e 482 espécies, sendo 309 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 2 gêneros e 4 espécies.

Referências

Candolle, A. C. P. de. 1869. Piperaceae. In: Candolle, A. L. P. P. de (ed.) Prodromus Systematis naturalis regni vegetabilis Paris (Treuttel et Wurtz), Strasbourg, London, vol. 16, part. 1, p. 235-471.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. João Pessoa, [Editora Científica Digital], 2026. 

Guimarães, E.F.; Carvalho-Silva, M.; Medeiros, E.V.S.S.; Monteiro, D.; Queiroz, G.A.; Marcusso, G.M. Piperaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB190>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em24 ago. 2026

Guimarães, E. F., & Giordano, L. C. S. (2004). Piperaceae do Nordeste brasileiro I: estado do Ceará. Rodriguésia, 55(84), 21–46. https://doi.org/10.1590/2175-78602004558402.

Melo, A.; Alves, M. Piper (Piperaceae) in eastern Northeast Brazil. Phytotaxa, v. 505, n. 1, p. 1–38, 2021.

Monteiro, D., & Guimarães, E. F. (2020). Piperaceae do nordeste brasileiro II: estado de Alagoas. Rodriguésia, 71, e03122018. https://doi.org/10.1590/2175-7860202071104

Piperaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB190>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Silva, J.S. & Abreu, M.C. (2009) Piperaceae. In: Alves M, Araújo MF, Maciel JR & Martins S (eds.) Flora de Mirandiba. Associação de Plantas do Nordeste, Recife. Pp. 280-282.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Rutacae






Ruta graveolens L., Sp. Pl. 1: 383. 1753.

 Rutaceae Juss., Gen. Pl. 296. 1789.

Árvore, erva, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, inerme, espinho; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso, cítrico. Embira ausente. Nectário ausente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor, pontuações translúcidas presentes. Inflorescência racemo, axilar. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, polistêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva; corona ausente; androceu poliadelfo, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames >8, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, pluricarpelar, pluricarpelar, placentação axilar. Fruto baga, drupa, globóide; amarelo, vermelho. Semente crostad, arilo ausente.

Rutaceae Juss. é uma família de grande importância econômica sendo usada como alimentar em plantas como laranja, limão, mixirica; ornamental, murraia ou jasmim de laranjeira e medicinal, arruda.

 De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 150 gêneros e 2000 espécies.  No Brasil ocorrem 50 gêneros e 240 espécies, sendo 106 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 5 espécies.

Referências

Buril, M.T.; Thomas, Wayt W.; alves, M.. Flora da Usina São José, Igarassu-PE: Rutaceae, Simaroubaceae e Picramniaceae. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 65, n. 3, p. 701-710, jul./set. 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rod/a/DbpvqpgQL4PSx5pMr5vGSLv/.

Engler, H.G.A. 1874. Rutaceae. In C.F.P Martius & A.G. Eichler (eds.) Flora brasiliensis. Frid. Fleischer, Leipzig, vol. 12, pars 2, p. 75-196, tabs 14-39.

Pirani, J.R.; Groppo, M. Rutaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB212>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em20 Aug. 2026

Rutaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB212>. Accessed on: 30 Mar. 2020

 

Fabaceae - Indigofera suffruticosa Mill. - anil, anileira -








 Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies.

 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016. 

Piperaceae - Piper marginatum Jacq. -Pimenta-darda-

 











Piper marginatum Jacq., Collectanea 4: 128. 1790 [1791].

Piper caldense C. DC., Linnaea 37: 343. 1871-1873 [1872].


Piperaceae Giseke, Prae. Ord. Nat. Pl. 123. 1792.

 Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico com pontos alvos, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, cordada, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência espiga, axilar. Flor séssil, aclamídea, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice ausente, corola ausente; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-tricarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto baga, drupa, globóide. Semente obovoide, testa preta, arilo ausente.

Piperaceae é a família do pimenta-do-reino, pimenta-de-macaco, sendo muito importante para a espécie humana, utilizada na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 5 gêneros e 2000 espécies, sendo predominantemente pantropical.  No Brasil ocorrem 3 gêneros e 482 espécies, sendo 309 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 2 gêneros e 4 espécies.

Referências

Candolle, A. C. P. de. 1869. Piperaceae. In: Candolle, A. L. P. P. de (ed.) Prodromus Systematis naturalis regni vegetabilis Paris (Treuttel et Wurtz), Strasbourg, London, vol. 16, part. 1, p. 235-471.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. João Pessoa, [Editora Científica Digital], 2026. 

Guimarães, E.F.; Carvalho-Silva, M.; Medeiros, E.V.S.S.; Monteiro, D.; Queiroz, G.A.; Marcusso, G.M. Piperaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB190>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em24 ago. 2026

Guimarães, E. F., & Giordano, L. C. S. (2004). Piperaceae do Nordeste brasileiro I: estado do Ceará. Rodriguésia, 55(84), 21–46. https://doi.org/10.1590/2175-78602004558402.

Melo, A.; Alves, M. Piper (Piperaceae) in eastern Northeast Brazil. Phytotaxa, v. 505, n. 1, p. 1–38, 2021.

Monteiro, D., & Guimarães, E. F. (2020). Piperaceae do nordeste brasileiro II: estado de Alagoas. Rodriguésia, 71, e03122018. https://doi.org/10.1590/2175-7860202071104

Piperaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB190>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Silva, J.S. & Abreu, M.C. (2009) Piperaceae. In: Alves M, Araújo MF, Maciel JR & Martins S (eds.) Flora de Mirandiba. Associação de Plantas do Nordeste, Recife. Pp. 280-282.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Piperaceae - Piper arboreum Aubl. -pimenta-de-macaco










Piper arboreum Aubl., Hist. Pl. Guiane 1: 23. 1775.

Piper caldense C. DC., Linnaea 37: 343. 1871-1873 [1872].

Piperaceae Giseke, Prae. Ord. Nat. Pl. 123. 1792.

 Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico com pontos alvos, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, cordada, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência espiga, axilar. Flor séssil, aclamídea, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice ausente, corola ausente; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-tricarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto baga, drupa, globóide. Semente obovoide, testa preta, arilo ausente.

Piperaceae é a família do pimenta-do-reino, pimenta-de-macaco, sendo muito importante para a espécie humana, utilizada na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 5 gêneros e 2000 espécies, sendo predominantemente pantropical.  No Brasil ocorrem 3 gêneros e 482 espécies, sendo 309 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 2 gêneros e 4 espécies.

Referências

Candolle, A. C. P. de. 1869. Piperaceae. In: Candolle, A. L. P. P. de (ed.) Prodromus Systematis naturalis regni vegetabilis Paris (Treuttel et Wurtz), Strasbourg, London, vol. 16, part. 1, p. 235-471.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. João Pessoa, [Editora Científica Digital], 2026. 

Guimarães, E.F.; Carvalho-Silva, M.; Medeiros, E.V.S.S.; Monteiro, D.; Queiroz, G.A.; Marcusso, G.M. Piperaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB190>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em24 ago. 2026

Guimarães, E. F., & Giordano, L. C. S. (2004). Piperaceae do Nordeste brasileiro I: estado do Ceará. Rodriguésia, 55(84), 21–46. https://doi.org/10.1590/2175-78602004558402.

Melo, A.; Alves, M. Piper (Piperaceae) in eastern Northeast Brazil. Phytotaxa, v. 505, n. 1, p. 1–38, 2021.

Monteiro, D., & Guimarães, E. F. (2020). Piperaceae do nordeste brasileiro II: estado de Alagoas. Rodriguésia, 71, e03122018. https://doi.org/10.1590/2175-7860202071104

Piperaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB190>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Silva, J.S. & Abreu, M.C. (2009) Piperaceae. In: Alves M, Araújo MF, Maciel JR & Martins S (eds.) Flora de Mirandiba. Associação de Plantas do Nordeste, Recife. Pp. 280-282.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

 

Melastomataceae - Miconia albicans (Sw.) Steud. - canela-de-velho









 Nomes populares: canela-de-velho

Melastomataceae Juss., Gen. Pl. 328. 1789.

Arbusto, árvore, caule tronco; ramo cilíndrico, costado, híspido, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, oblonga, oval, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, acródroma, discolor, concolor. Inflorescência panícula, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, hexâmera, actinomorfa, monoclina, epígina, diplostêmone; cálice dialissépalo, hipanto presente, corola dialipétala, alva, violeta; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera poricida; gineceu sincárpico, ovário ínfero, pentacarpelar, pentalocular, placentação axilar. Fruto cápsula, baga, globóide. Semente arilo ausente.

Melastomataceae é uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, sendo a família do manacá-da-serra e tibochina.

No mundo ocorrem 200 gêneros e 5000 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 74 gêneros e 1525 espécies, sendo 1011 destas endêmicas do Brasil (Flora do e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 4 espécies.

Referências

Araújo, C.M.L.R. & Lima, R.B. 2013. Melastomataceae na Área de Proteção Ambiental Tambaba, Litoral Sul da Paraíba, Brasil. Rodriguésia 64(1): 137-149.

Araújo, C. M. L. R.; Barbosa, M. R. de V. A tribo Melastomeae Bartl. (Melastomataceae) na Mata Atlântica do Nordeste Oriental do Brasil. Iheringia, Série Botânica, Porto Alegre, v. 70, n. 1, p. 7-24, 2015.

Araújo, J.A.G. 2001. A família Melastomataceae Juss. em um fragmento de floresta atlântica, município de Paulista, estado de Pernambuco – Brasil. Dissertação 45p., Universidade Federal Rural de Pernambuco, Pernambuco.

Conceição, G.M., Ruggieri, A.C. & Magalhães, E.R. 2010. Melastomataceae da Área de Proteção Ambiental Municipal do Inhamum, Caxias, Maranhão. Revista de Biologia e Farmácia 4(2): 83-88.

Cogniaux, C.A. 1886-1888. Melastomataceae. Tribus Rhexieae, tribus Merianieae, tribus Bertolonieae, tribus Miconieae, tribus Blakeae, tribus Memecyleae. In Flora Brasiliensis (C.F.P. Martius & A.G. Eichler, eds.). F. Fleischer, Lipsiae, v. 14, part. 4, p. 1-656.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. João Pessoa, [Editora Científica Digital], 2026.

Goldenberg, R. 2004. O gênero Miconia (Melastomataceae) no estado do Paraná, Brasil. Acta Botanica Brasilica 18: 927-947.

Melastomataceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB161>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em19 Aug. 2026

Melastomataceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB161>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Romero, R. & Martins, A.B. 2002. Melastomataceae do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil. Revista Brasileira de Botânica 25(1): 19-24.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]