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Rutaceae - Citrus ×limon (L.) Osbeck - limão













 Ruta graveolens L., Sp. Pl. 1: 383. 1753.

 Rutaceae Juss., Gen. Pl. 296. 1789.

Árvore, erva, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, inerme, espinho; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso, cítrico. Embira ausente. Nectário ausente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor, pontuações translúcidas presentes. Inflorescência racemo, axilar. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, polistêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva; corona ausente; androceu poliadelfo, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames >8, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, pluricarpelar, pluricarpelar, placentação axilar. Fruto baga, drupa, globóide; amarelo, vermelho. Semente crostad, arilo ausente.

Rutaceae Juss. é uma família de grande importância econômica sendo usada como alimentar em plantas como laranja, limão, mixirica; ornamental, murraia ou jasmim de laranjeira e medicinal, arruda.

 De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 150 gêneros e 2000 espécies.  No Brasil ocorrem 50 gêneros e 240 espécies, sendo 106 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 5 espécies.

Referências

Buril, M.T.; Thomas, Wayt W.; alves, M.. Flora da Usina São José, Igarassu-PE: Rutaceae, Simaroubaceae e Picramniaceae. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 65, n. 3, p. 701-710, jul./set. 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rod/a/DbpvqpgQL4PSx5pMr5vGSLv/.

Engler, H.G.A. 1874. Rutaceae. In C.F.P Martius & A.G. Eichler (eds.) Flora brasiliensis. Frid. Fleischer, Leipzig, vol. 12, pars 2, p. 75-196, tabs 14-39.

Pirani, J.R.; Groppo, M. Rutaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB212>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em20 Aug. 2026

Rutaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB212>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Apocynaceae - Huernia keniensis R.E. Fr.




Huernia keniensis R.E. Fr., Acta Horti Berg. 9: 79. 1929.

 Apocynaceae Juss., Gen. Pl. 143-144, 1789.

Liana, arbusto, árvore, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato presente, branco, preto. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, cruzada, espiralada, verticilada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oblonga, oblanceolada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência cimsa, dicásio, tirso, axilar. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, alva, amarela, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, folículo, linear, elíptico, muricado. Semente com folículo plumoso, alada, arilo ausente ou presente.

Apocynaceae uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família da mangaba, espirradeira, jasmim manga e jasmim do caribe.

No mundo ocorrem 400 gêneros e ca. 3700 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 347 gêneros e 2339 espécies, sendo 1420 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 30 gêneros e 30 espécies.

 

No Brasil ocorrem 117 gêneros e 1056 espécies, sendo 464 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 15 gêneros e 21 espécies.

Referências

Apocynaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB48>. Acesso em: 05 ago. 2026

Apocynaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB48>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Coutinho, T.S., Louzada, R.B. O Grado Apocynoid (Apocynaceae) no Nordeste Oriental do Brasil. Hoehnea 50: e032022. https://doi.org/10.1590/2236-8906e032022

Coutinho, T.S. & Louzada, R.B. (2018) Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Apocynaceae. Rodriguésia 69: 699-714.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Kinoshita, L. S. Apocynaceae s.s. In: Wanderley, M. G. L.; Shepherd, G. J.; MELHEM, T. S.; GIULIETTI, A. M. (Eds.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. São Paulo: Rima Editora, 2005. v. 4, p. 35–91.

Rapini A (2001) Asclepiadoideae (Apocynaceae) da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais, Brasil. Boletim de Botânica 19: 55-169.

Rapini A & Farinaccio MA (2008) Two taxonomic changes in Asclepiadoideae (Apocynaceae) from Brazil. Neodiversity 3: 19-21.

Sousa Júnior, J. C. de; Jardim, J. G. Apocynaceae in the Atlantic Forest of Rio Grande do Norte, Brazil. Rodriguesia, v. 72, e00822019, 2021. DOI: 10.1590/2175-7860202172082.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Apocynaceae - Stapelia grandiflora Masson- Cacto-estrela







Apocynaceae Juss., Gen. Pl. 143-144, 1789.

Liana, arbusto, árvore, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato presente, branco, preto. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, cruzada, espiralada, verticilada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oblonga, oblanceolada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência cimsa, dicásio, tirso, axilar. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, alva, amarela, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, folículo, linear, elíptico, muricado. Semente com folículo plumoso, alada, arilo ausente ou presente.

Apocynaceae uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família da mangaba, espirradeira, jasmim manga e jasmim do caribe.

No mundo ocorrem 400 gêneros e ca. 3700 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 347 gêneros e 2339 espécies, sendo 1420 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 30 gêneros e 30 espécies.

 No Brasil ocorrem 117 gêneros e 1056 espécies, sendo 464 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 15 gêneros e 21 espécies.

Referências

Apocynaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB48>. Acesso em: 05 ago. 2026

Apocynaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB48>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Coutinho, T.S., Louzada, R.B. O Grado Apocynoid (Apocynaceae) no Nordeste Oriental do Brasil. Hoehnea 50: e032022. https://doi.org/10.1590/2236-8906e032022

Coutinho, T.S. & Louzada, R.B. (2018) Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Apocynaceae. Rodriguésia 69: 699-714.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Kinoshita, L. S. Apocynaceae s.s. In: Wanderley, M. G. L.; Shepherd, G. J.; MELHEM, T. S.; GIULIETTI, A. M. (Eds.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. São Paulo: Rima Editora, 2005. v. 4, p. 35–91.

Rapini A (2001) Asclepiadoideae (Apocynaceae) da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais, Brasil. Boletim de Botânica 19: 55-169.

Rapini A & Farinaccio MA (2008) Two taxonomic changes in Asclepiadoideae (Apocynaceae) from Brazil. Neodiversity 3: 19-21.

Sousa Júnior, J. C. de; Jardim, J. G. Apocynaceae in the Atlantic Forest of Rio Grande do Norte, Brazil. Rodriguesia, v. 72, e00822019, 2021. DOI: 10.1590/2175-7860202172082.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [12]

 


Lythraceae - Punica granatum L. - romã





Lythraceae J. St.-Hil., Handb. Allg. Bot. 3: 520. 1840.

Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, híspido, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, dística, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor subpedicelada, diclamídea, hexâmeras, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, diplo, polistêmone; cálice dialissépalo, hipanto presente, corola dialipétala, rosa; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 8 ou mais de 12, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-pluricarpelar, bi-plurilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, globóide. Semente arilo ausente.

Família da romã, pacote e resendá, plantas com potencial medicinal e ornamental.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) a família é composta por 30 gêneros e 600 espécies.

No Brasil ocorrem 15 gêneros e 244 espécies, sendo 178 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 3 espécies.

Referências

Cavalcanti, T.B.; Graham, S.A.T.; Facco, M.G.; Brauner, L.M. Lythraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB153>. Acesso em: 29 jul. 2026

Lythraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB153>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026.

Lacerda, T.; Silva, K.E.; Buril, M.T. Flora of Pernambuco (Brazil): Lythraceae J. St.-Hil. Hoehnea, v. 52, e042023, 2025.

Silva, M. V. C. C. et al. Flora of Ceará, Brazil: Lythraceae. Rodriguésia, v. 74, e00352023, 2023.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Sapindaceae - Filicium decipiens (Wight & Arn.) Thwaites - árvore-samambaia











Sapindaceae Juss., Gen. Pl.: 246. 1789.

Árvore ou liana, caule tronco; ramo cilíndrico, sulcado, glabro, inerme; gavinha ausente ou presente. Exsudato presente ou ausente. Odor ausente. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente ou presente em Paulínia sp. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, lanceolada, margem inteira ou serreada, cartácea ou coriácea, craspedódroma ou broquidódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar ou terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, diclina ou monoclina, hipógina, isostêmone ou diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, branca; corona ausente; androceu dialistêmone,  andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, tricarpelar, trilocular, placentação axilar. Fruto drupa ou samaroídeo.  Semente arilo ausente ou presente. Sarcotesta presente em Talisia.

Filicium decipiens (Wight & Arn.) Thwaites

Referências

Acevedo-Rodríguez, P. 1997. Novelties in Neotropical Sapindaceae I. BioLlania, Ed. Espec. 6: 143–151.

BFG. Growing knowledge: an overview of Seed Plant diversity in Brazil. Rodriguésia, v.66, n.4, p.1085-1113. 2015. (https://doi.org/10.1590/2175-7860201566411).

BFG. Brazilian Flora 2020: Innovation and collaboration to meet Target 1 of the Global Strategy for Plant Conservation (GSPC). Rodriguésia, v.69, n.4, p.1513-1527. 2018. (https://doi.org/10.1590/2175-7860201869402).

BFG. Brazilian Flora 2020: Leveraging the power of a collaborative scientific network. Taxon. 2021. (https://doi.org/10.1002/tax.12640).

Sapindaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB216>. Accessed on: 18 Mar. 2026

 

Cupressaceae - Platycladus orientalis (L.) Franco - tuia






 

Acanthaceae - Thunbergia erecta (Benth.) T.Anderson - manto de rei









 Acanthaceae Juss., Gen. Pl. 102-103, 1789.

 Erva, caule haste, tronco; ramo subcostado, cilíndrico, glabro, híspido, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oblanceolada, elíptica, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, violeta, alva, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2 - 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, obovóide. Semente com arilo ausente.

Esta família apresenta grande importância ornamental, sendo muito usada nos jardins do campus, além disso tem grande importância ecológica sendo muito visitada por beija-flores.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 200 gêneros e 3000 espécies.

No Brasil ocorrem 51 gêneros e 544 espécies, sendo 308 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 11 gêneros e 13 espécies.

Referências

Acanthaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB33>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em30 jul. 2026

Acanthaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB33>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Monteiro, F. K. S., Pinto, A. S., Costa, F. C. P., & Melo, J. I. M. (2018). A taxonomic synopsis of Acanthaceae Juss. native to Paraíba state, Brazil. Harvard Papers in Botany, 23(2), 189-204.

Monteiro, F.K.D.S., Fernando, E.M.P., Lucena, M.D.F.D.A. & Miranda De Melo, J.I. (2018) A new species of northeastern Brazilian endemic genus Harpochilus (Acanthaceae). Phytotaxa 358 (3): 289–294. https://doi.org/10.11646/phytotaxa.358.3.6

Meliaceae - Swietenia macrophylla King - mogno









 

Bignoniaceae - Jacaranda mimosifolia D. Don - jacarandá




 






















Bignoniaceae Juss., Gen. Pl. 137. 1789.

 Árvore, liana, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, tomentuloso, inerme; gavinha presente, ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha composta, palmada, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, lanceolada, margem inteira, serreada, coriácea, membranácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência racemo, panícula, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, amarela, alva, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação parietal. Fruto cápsula, linear. Semente aladas, arilo ausente.

No Brasil ocorrem 41 gêneros e 432 espécies, sendo 214 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 10 gêneros e 15 espécies.



Referências

Bignoniaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB112305>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Costa, S. L., Johanes, I., Lohmann, L. G., & Melo, J. I. M. de. (2022). Flora da Paraíba (Brasil): Bignonieae (Bignoniaceae). Iheringia, Série Botânica., 77. https://doi.org/10.21826/2446-82312022v77e2022019

Fernando, Emanoel Messias. Bignoniaceae da Serra do Teixeira, Paraíba: taxonomia, distribuição geográfica e conservação. 2021. 75f. (Dissertação de Mestrado) Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2021. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41660 

Fernando, Emanoel Messias Pereira et al. Flora of Fazenda Aba, Paraíba, Brazil: Bignoniaceae. Rodriguésia, v. 72, 2021Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202172118. Acesso em: 27 jul. 2026.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [ORGANIZADOR(ES) DO LIVRO]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026. Cap. [número], p. [início-fim]. Disponível em: <Editora Científica Digital>. Acesso em: [data de hoje]

Lohmann, L.G.; Kaehler, M.; Fonseca, L.H.M. ; Farias-Singer, R.; Firetti, F.; Silva-Castro, M.M.; Gomes, B.M.; Frazão, A.; Francisco, J.N.C.; Thode, V.A.; Zuntini, A.R.; Medeiros, M.C.M.P.; Kataoka, E.Y.; Beyer, M.; Sun, J.X. Bignoniaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB112305>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em27 jul. 2026

Lopes-Silva, R. F., Cabral, S. C. M., Baracho, G. S., Lohmann, L. G., & Agra, M. F. (2022). Bignonieae (Bignoniaceae) from the Pico do Jabre, Paraíba, Brazil: Taxonomic diversity and distribution. Rodriguésia, 73, e00942021, publicado na revista Rodriguésia. [1, 2, 3]