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Acanthaceae - Thunbergia erecta (Benth.) T.Anderson - manto de rei









 Acanthaceae Juss., Gen. Pl. 102-103, 1789.

 Erva, caule haste, tronco; ramo subcostado, cilíndrico, glabro, híspido, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oblanceolada, elíptica, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, violeta, alva, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2 - 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, obovóide. Semente com arilo ausente.

Esta família apresenta grande importância ornamental, sendo muito usada nos jardins do campus, além disso tem grande importância ecológica sendo muito visitada por beija-flores.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 200 gêneros e 3000 espécies.

No Brasil ocorrem 51 gêneros e 544 espécies, sendo 308 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 11 gêneros e 13 espécies.

Referências

Acanthaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB33>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em30 jul. 2026

Acanthaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB33>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Monteiro, F. K. S., Pinto, A. S., Costa, F. C. P., & Melo, J. I. M. (2018). A taxonomic synopsis of Acanthaceae Juss. native to Paraíba state, Brazil. Harvard Papers in Botany, 23(2), 189-204.

Monteiro, F.K.D.S., Fernando, E.M.P., Lucena, M.D.F.D.A. & Miranda De Melo, J.I. (2018) A new species of northeastern Brazilian endemic genus Harpochilus (Acanthaceae). Phytotaxa 358 (3): 289–294. https://doi.org/10.11646/phytotaxa.358.3.6

Melastomataceae - Pleroma granulosum (Desr.) D. Don - quaresmeira




Melastomataceae Juss., Gen. Pl. 328. 1789.

Arbusto, árvore, caule tronco; ramo cilíndrico, costado, híspido, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, oblonga, oval, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, acródroma, discolor, concolor. Inflorescência panícula, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, hexâmera, actinomorfa, monoclina, epígina, diplostêmone; cálice dialissépalo, hipanto presente, corola dialipétala, alva, violeta; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera poricida; gineceu sincárpico, ovário ínfero, pentacarpelar, pentalocular, placentação axilar. Fruto cápsula, baga, globóide. Semente arilo ausente.

Melastomataceae é uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, sendo a família do manacá-da-serra e tibochina.

No mundo ocorrem 200 gêneros e 5000 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 74 gêneros e 1525 espécies, sendo 1011 destas endêmicas do Brasil (Flora do e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 4 espécies.

Referências

Araújo, C.M.L.R. & Lima, R.B. 2013. Melastomataceae na Área de Proteção Ambiental Tambaba, Litoral Sul da Paraíba, Brasil. Rodriguésia 64(1): 137-149.

Araújo, C. M. L. R.; Barbosa, M. R. de V. A tribo Melastomeae Bartl. (Melastomataceae) na Mata Atlântica do Nordeste Oriental do Brasil. Iheringia, Série Botânica, Porto Alegre, v. 70, n. 1, p. 7-24, 2015.

Araújo, J.A.G. 2001. A família Melastomataceae Juss. em um fragmento de floresta atlântica, município de Paulista, estado de Pernambuco – Brasil. Dissertação 45p., Universidade Federal Rural de Pernambuco, Pernambuco.

Conceição, G.M., Ruggieri, A.C. & Magalhães, E.R. 2010. Melastomataceae da Área de Proteção Ambiental Municipal do Inhamum, Caxias, Maranhão. Revista de Biologia e Farmácia 4(2): 83-88.

Cogniaux, C.A. 1886-1888. Melastomataceae. Tribus Rhexieae, tribus Merianieae, tribus Bertolonieae, tribus Miconieae, tribus Blakeae, tribus Memecyleae. In Flora Brasiliensis (C.F.P. Martius & A.G. Eichler, eds.). F. Fleischer, Lipsiae, v. 14, part. 4, p. 1-656.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. João Pessoa, [Editora Científica Digital], 2026.

Goldenberg, R. 2004. O gênero Miconia (Melastomataceae) no estado do Paraná, Brasil. Acta Botanica Brasilica 18: 927-947.

Melastomataceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB161>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em19 Aug. 2026

Melastomataceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB161>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Romero, R. & Martins, A.B. 2002. Melastomataceae do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil. Revista Brasileira de Botânica 25(1): 19-24.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Fabaceae - Clitoria ternatea L. - cunhã






Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar. Esta é a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies. 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016.

 

 

Acanthaceae - Ruellia simplex C.Wright











Acanthaceae Juss., Gen. Pl. 102-103, 1789.

 Erva, caule haste, tronco; ramo subcostado, cilíndrico, glabro, híspido, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oblanceolada, elíptica, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, violeta, alva, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2 - 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, obovóide. Semente com arilo ausente.

Esta família apresenta grande importância ornamental, sendo muito usada nos jardins do campus, além disso tem grande importância ecológica sendo muito visitada por beija-flores.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 200 gêneros e 3000 espécies.

No Brasil ocorrem 51 gêneros e 544 espécies, sendo 308 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 11 gêneros e 13 espécies.

Referências

Acanthaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB33>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em30 jul. 2026

Acanthaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB33>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Monteiro, F. K. S., Pinto, A. S., Costa, F. C. P., & Melo, J. I. M. (2018). A taxonomic synopsis of Acanthaceae Juss. native to Paraíba state, Brazil. Harvard Papers in Botany, 23(2), 189-204.

Monteiro, F.K.D.S., Fernando, E.M.P., Lucena, M.D.F.D.A. & Miranda De Melo, J.I. (2018) A new species of northeastern Brazilian endemic genus Harpochilus (Acanthaceae). Phytotaxa 358 (3): 289–294. https://doi.org/10.11646/phytotaxa.358.3.6

 

Solanaceae - Datura metel L. - trombeteira






Solanaceae Juss., Gen. Pl. 124. 1789.

Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, piloso, estrelado; inerme, aculeado; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, pinatilobada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, cladódroma, discolor, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, alvo, violeta; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, baga, globóide, ovoide. Semente arilo ausente.

Solanaceae Juss. é a família de grande importância econômica sendo usada como alimentar em plantas como tomate, beringela, pimentão, pimenta, batata-inglesa; ornamental, manacá da serra; medicinal, jurubeba e também algumas são tóxicas como cigarro (Nycotiana), trombeta. De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 150 gêneros e 3000 espécies.

No Brasil ocorrem 37 gêneros e 531 espécies, sendo 253 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 11 espécies.

Referências

Agra, M. F.; Nurit-Silva, K.; Berger, L. R. Flora da Paraíba, Brasil: Solanum L. (Solanaceae). Acta Botanica Brasilica, v. 23, n. 3, p. 826-842, 2009.

Belo, D. P.; Buril, M. T. Flora da Estação Ecológica de Tapacurá, São Lourenço da Mata, Pernambuco - Brasil: Solanaceae Juss. Revista Arrudea - A revista do Jardim Botânico do Recife, v. 8, p. 46-71, dez. 2022. DOI: 10.55513/arrudea00184.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Sampaio, V. d. S. (2013). O gênero SOLANUM L. (SOLANACEAE) Na Floresta Atlântica ao norte do Rio São Francisco.

Solanaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB225>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em04 ago. 2026

Solanaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB225>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

 

Lamiaceae - Coleus comosus Hochst. ex Gürke. - boldo





 Lamiaceae Juss., Tekhno-Bot. Slovar. 355. 1820.

Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, glabro, tomentuloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor pedicelada, séssil, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, violeta, alva, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-tetracarpelar, bi-tetralocular, placentação basal. Fruto aquênio, drupa. Semente arilo ausente.

Lamiaceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem a hortelã e a menta.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 300 gêneros e 7500 espécies.  No Brasil ocorrem 75 gêneros e 628 espécies, sendo 373 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 8 gêneros e 8 espécies.

Referências

Alves, D. S., Almeida, G. S. S., & Santana, I. N. (2023). Lamiaceae Martinov no município de Alagoinhas, Bahia, Brasil. Paubrasilia, 6, e105. doi.org

 

 

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., Peixoto, A. L., & Lima, H. C. (1986). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 3). Universidade Federal de Viçosa.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Lamiaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB142>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em01 set. 2026

Lamiaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB142>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Soares, A. S., Pastore, J. F. B., & Jardim, J. G. (2019). Lamiaceae no Rio Grande do Norte, Brasil. Rodriguésia, 70, e03312017. doi.org

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Fabaceae - Dioclea virgata (Rich.) Amshoff

















Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar. Esta é a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies. 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016.

 

 



 

Fabaceae - Clitoria fairchildiana R.A. Howard - Sombreiro























 Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies.

 

Referências

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