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Rutaceae - Ruta graveolens L. - arruda -



Ruta graveolens L., Sp. Pl. 1: 383. 1753.

 Rutaceae Juss., Gen. Pl. 296. 1789.

Árvore, erva, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, inerme, espinho; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso, cítrico. Embira ausente. Nectário ausente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor, pontuações translúcidas presentes. Inflorescência racemo, axilar. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, polistêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva; corona ausente; androceu poliadelfo, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames >8, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, pluricarpelar, pluricarpelar, placentação axilar. Fruto baga, drupa, globóide; amarelo, vermelho. Semente crostad, arilo ausente.

Rutaceae Juss. é uma família de grande importância econômica sendo usada como alimentar em plantas como laranja, limão, mixirica; ornamental, murraia ou jasmim de laranjeira e medicinal, arruda.

 De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 150 gêneros e 2000 espécies.  No Brasil ocorrem 50 gêneros e 240 espécies, sendo 106 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 5 espécies.

Referências

Buril, M.T.; Thomas, Wayt W.; alves, M.. Flora da Usina São José, Igarassu-PE: Rutaceae, Simaroubaceae e Picramniaceae. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v. 65, n. 3, p. 701-710, jul./set. 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rod/a/DbpvqpgQL4PSx5pMr5vGSLv/.

Engler, H.G.A. 1874. Rutaceae. In C.F.P Martius & A.G. Eichler (eds.) Flora brasiliensis. Frid. Fleischer, Leipzig, vol. 12, pars 2, p. 75-196, tabs 14-39.

Pirani, J.R.; Groppo, M. Rutaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB212>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em20 Aug. 2026

Rutaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB212>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Asteraceae - Melampodium divaricatum (Rich.) DC. - Botão-de-ouro










Asteraceae Bercht. & J. Presl, Prir. Rostlin 254, 1820.

 Erva, arbusto, caule haste; ramo cilíndrico, híspido, tomentoso, escabroso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente ou presente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, espiralada, cruzada, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, oboval, palmatilobada, pinatilobada, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência capítulo, axilar, terminal. Flor séssil, monoclamídea, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice presente ou ausente, dialissépalo, corola gamopétala, amarela, rosa, vermelha, branca; corona ausente; androceu estames com anteras unidas, fitomelanina, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa, sinântera; gineceu sincárpico, ovário ínfero, bicarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto cipsela, oblongo com cálice com papus. Semente arilo ausente.

No mundo são encontradas de 24000 a 3000 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 347 gêneros e 2339 espécies, sendo 1420 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 30 gêneros e 30 espécies.

Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e como espécies invasoras. É a família do girassol, margarida, marcela entre outras espécies.

Referências

Asteraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB55>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em28 jul. 2026

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [ORGANIZADOR(ES) DO LIVRO]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026. Cap. [número], p. [início-fim]. Disponível em: <Editora Científica Digital>. Acesso em: [data de hoje]

Roque, N., Bautista, H.P. 2008. Asteraceae: caracterização e morfologia floral. Salvador: EDUFBA, 71 p.

Soares, G.; Santos, C. A. G.; Loeuile, B. Asteraceae na microrregião do Curimataú Ocidental, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, v. 48, e662020, p. 1-30, 2021.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Fabaceae - Libidibia parvifolia (Benth.) F.G.A.Oliveira & L.P.Queiroz - Pau-ferro -


















Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies.

 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 

Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016.

 

Apocynaceae - Allamanda cathartica L. - alamanda








 Apocynaceae Juss., Gen. Pl. 143-144, 1789.

Liana, arbusto, árvore, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato presente, branco, preto. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, cruzada, espiralada, verticilada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oblonga, oblanceolada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência cimsa, dicásio, tirso, axilar. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, alva, amarela, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, folículo, linear, elíptico, muricado. Semente com folículo plumoso, alada, arilo ausente ou presente.

Apocynaceae uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família da mangaba, espirradeira, jasmim manga e jasmim do caribe.

No mundo ocorrem 400 gêneros e ca. 3700 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 347 gêneros e 2339 espécies, sendo 1420 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 30 gêneros e 30 espécies.

 

No Brasil ocorrem 117 gêneros e 1056 espécies, sendo 464 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 15 gêneros e 21 espécies.

Referências

Apocynaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB48>. Acesso em: 05 ago. 2026

Apocynaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB48>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Coutinho, T.S., Louzada, R.B. O Grado Apocynoid (Apocynaceae) no Nordeste Oriental do Brasil. Hoehnea 50: e032022. https://doi.org/10.1590/2236-8906e032022

Coutinho, T.S. & Louzada, R.B. (2018) Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Apocynaceae. Rodriguésia 69: 699-714.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Kinoshita, L. S. Apocynaceae s.s. In: Wanderley, M. G. L.; Shepherd, G. J.; MELHEM, T. S.; GIULIETTI, A. M. (Eds.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. São Paulo: Rima Editora, 2005. v. 4, p. 35–91.

Rapini A (2001) Asclepiadoideae (Apocynaceae) da Cadeia do Espinhaço de Minas Gerais, Brasil. Boletim de Botânica 19: 55-169.

Rapini A & Farinaccio MA (2008) Two taxonomic changes in Asclepiadoideae (Apocynaceae) from Brazil. Neodiversity 3: 19-21.

Sousa Júnior, J. C. de; Jardim, J. G. Apocynaceae in the Atlantic Forest of Rio Grande do Norte, Brazil. Rodriguesia, v. 72, e00822019, 2021. DOI: 10.1590/2175-7860202172082.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Rubiaceae - Genipa americana L. - genipapo







 Rubiaceae Juss., Gen. Pl. 196. 1789.

Erva, trepadeira, arbusto, árvore, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, glabra, híspida, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira presente, ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula interpeciolar. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, oboval, oblonga, oblanceolada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência cimosa, glomérulo, tirso, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, tetra-penta-hexâmera, actinomorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, rosa, lilás, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, 5, 6, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário ínfero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, baga, ovóide. Semente arilo ausente.

Rubiaceae é a família do café, genipapo, ixora e musaendra, sendo muito importante na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 550 gêneros e 9000 espécies.

No Brasil ocorrem 134 gêneros e 1434 espécies, sendo 709 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 18 gêneros e 18 espécies.

Referências

Barbosa, M.R.,Zappi, D.,Taylor, C.,Cabral, E.,Jardim, J.G.,Pereira, M.S.,Calió, M.F.,Pessoa, M.C.R.,Salas, R.,Souza, E.B.,Di Maio, F.R. ,Macias, L.,Anunciação, E.A. da,Germano Filho, P.,Oliveira, J.A.,Bruniera, C.P.,M. Gomes,De Toni, K.,Firens, M. 2015. Rubiaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil2015.jbrj.gov.br/FB210)

 

Rubiaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB210>. Acesso em: 29 jul. 2026 

Rubiaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB210>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026.

-Nuñez Florentín, M.; Fader, A.A.C.; Souza, E.B.; Nepomuceno, F.A.A.; Florentín, J.E.; Carmo, J.A.M.; Miguel, L.M.; Nicora Chequin, R.; Sobrado, S.V.; Gauto, S.Y.; Salas, R.M. Oldenlandia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB14127>. Acesso em: 12 Mar. 2026

Pereira, M.S.; Barbosa, M.R.V. A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil. Subfamília Rubioideae. Acta Botanica Brasilica, v.20, n.2, p.455-470, 2006.

Pessoa, M.C.R and Barbosa, M.R.V. A família Rubiaceae Juss. no Cariri Paraibano. Rodriguésia. 2012. Vol. 63(4):1019-1037. DOI:

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]



Convolvulaceae - Daustinia montana (Moric.) Buril & A.R. Simões









 Convolvulaceae Juss., Gen. Pl. 132. 1789.

Erva, trepadeira, caule haste; ramo cilíndrico, glabro, híspido; inerme, aculeado; gavinha ausente. Exsudato ausente, presente, transparente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente, presente, peciolar. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, dística, espiralada. Folha afila, simples, composta, palmada, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, branca, vermelha, azul, rosa; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, ovóide. Semente arilo ausente.

Convolvulaceae é família da batata-doce e das jitiranas entre outras plantas, reconhecida por sua importância econômica, alimentar, medicinal e ornamental.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cerca de 50 gêneros e 2000 espécies.

No Brasil ocorrem 24 gêneros e 431 espécies, sendo 200 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 8 gêneros e 17 espécies.

Referências

Bandeira, Á.N.; Bautista, H.P.; Buril, M.T.; Melo, J.I.M. Convolvulaceae no Parque Ecológico Engenheiro Ávidos, Alto Sertão Paraibano, Nordeste do Brasil. Rodriguésia, v. 70, e02252017, 2019. [1]

Buril, M.T., Delgado-Júnior, G.C., Barbosa, M.R.de V., & Alves, M. (2014). Convolvulaceae da Região do Cariri Paraibano, PB, Brasil. Revista Nordestina De Biologia, 21(2), 3–26. Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/revnebio/article/view/12155

Buril, M.T. & Alves, M. (2011) Flora da Usina SãoJosé, Igarassu, Pernambuco: Convolvulaceae. Rodriguésia 62: 93-105.

Convolvulaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB93>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Delgado-Junior, G.C., Buril, M.T. & Alves, M. (2014)Convolvulaceae do Parque Nacional do Catimbau,Pernambuco, Brazil. Rodriguésia 65: 425-442.D

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Marinho, A. M.; Jardim, J. G.; Buril, M. T. Convolvulaceae na APAJenipabu, Rio Grande do Norte, Brasil. Rodriguésia, v. 72, p. e03042018, 2021.

Moreira, A.L.C., Simão-Bianchini, R. & Cavalcanti, T.B. 2018. Sinopse do gênero Jacquemontia Choisy (Convolvulaceae) nos Estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Hoehnea 45: 192-201.

Santos, D., & Buril, M.T. 2020. O gênero Evolvulus (Convolvulaceae) no estado de Pernambuco, Brasil. Rodriguésia 71: 1-30.

Silva, C.V. 2013. Estudos taxonômicos em Evolvulus L. Seção Phyllostachyi Meisn. (Convolvulaceae). Tese de Doutorado - Instituto de Botânica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Simão-Bianchini, R.; Ferreira, P.P.A.; Pastore, M.; Delgado-Junior, G.C.; Vasconcelos, L.V.; Petrongari, F.S.; Moreira, A.L.C.; Buril, M. T.; Simões, A.R.; Silva, C.V. Convolvulaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB93>. Acesso em: 05 ago. 2026

Simão-Bianchini, R., Vasconcelos, L.V. & Pastore, M. 2016. Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Convolvulaceae. Rodriguésia 67: 1301-1318.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Bignoniaceae - Handroanthus serratifolius (Vahl) S.O.Grose - ipê-amarelo

















Bignoniaceae Juss., Gen. Pl. 137. 1789.

 Árvore, liana, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, tomentuloso, inerme; gavinha presente, ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha composta, palmada, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, lanceolada, margem inteira, serreada, coriácea, membranácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência racemo, panícula, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, amarela, alva, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação parietal. Fruto cápsula, linear. Semente aladas, arilo ausente.

No Brasil ocorrem 41 gêneros e 432 espécies, sendo 214 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 10 gêneros e 15 espécies.



Referências

Bignoniaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB112305>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Costa, S. L., Johanes, I., Lohmann, L. G., & Melo, J. I. M. de. (2022). Flora da Paraíba (Brasil): Bignonieae (Bignoniaceae). Iheringia, Série Botânica., 77. https://doi.org/10.21826/2446-82312022v77e2022019

Fernando, Emanoel Messias. Bignoniaceae da Serra do Teixeira, Paraíba: taxonomia, distribuição geográfica e conservação. 2021. 75f. (Dissertação de Mestrado) Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2021. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41660 

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