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Bignoniaceae - Amphilophium frutescens (DC.) L.Lohmann.





Bignoniaceae Juss., Gen. Pl. 137. 1789.

 Árvore, liana, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, tomentuloso, inerme; gavinha presente, ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha composta, palmada, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, lanceolada, margem inteira, serreada, coriácea, membranácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência racemo, panícula, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, amarela, alva, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação parietal. Fruto cápsula, linear. Semente aladas, arilo ausente.

No Brasil ocorrem 41 gêneros e 432 espécies, sendo 214 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 10 gêneros e 15 espécies.



Referências

Bignoniaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB112305>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Costa, S. L., Johanes, I., Lohmann, L. G., & Melo, J. I. M. de. (2022). Flora da Paraíba (Brasil): Bignonieae (Bignoniaceae). Iheringia, Série Botânica., 77. https://doi.org/10.21826/2446-82312022v77e2022019

Fernando, Emanoel Messias. Bignoniaceae da Serra do Teixeira, Paraíba: taxonomia, distribuição geográfica e conservação. 2021. 75f. (Dissertação de Mestrado) Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2021. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41660 

Fernando, Emanoel Messias Pereira et al. Flora of Fazenda Aba, Paraíba, Brazil: Bignoniaceae. Rodriguésia, v. 72, 2021Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202172118. Acesso em: 27 jul. 2026.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [ORGANIZADOR(ES) DO LIVRO]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026. Cap. [número], p. [início-fim]. Disponível em: <Editora Científica Digital>. Acesso em: [data de hoje]

Lohmann, L.G.; Kaehler, M.; Fonseca, L.H.M. ; Farias-Singer, R.; Firetti, F.; Silva-Castro, M.M.; Gomes, B.M.; Frazão, A.; Francisco, J.N.C.; Thode, V.A.; Zuntini, A.R.; Medeiros, M.C.M.P.; Kataoka, E.Y.; Beyer, M.; Sun, J.X. Bignoniaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB112305>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em27 jul. 2026

Lopes-Silva, R. F., Cabral, S. C. M., Baracho, G. S., Lohmann, L. G., & Agra, M. F. (2022). Bignonieae (Bignoniaceae) from the Pico do Jabre, Paraíba, Brazil: Taxonomic diversity and distribution. Rodriguésia, 73, e00942021, publicado na revista Rodriguésia. [1, 2, 3]

Lythraceae - Cuphea campestris Mart. ex Koehne









 Lythraceae J. St.-Hil., Handb. Allg. Bot. 3: 520. 1840.

Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, híspido, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, dística, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor subpedicelada, diclamídea, hexâmeras, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, diplo, polistêmone; cálice dialissépalo, hipanto presente, corola dialipétala, rosa; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 8 ou mais de 12, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-pluricarpelar, bi-plurilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, globóide. Semente arilo ausente.

Família da romã, pacote e resendá, plantas com potencial medicinal e ornamental.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) a família é composta por 30 gêneros e 600 espécies.

No Brasil ocorrem 15 gêneros e 244 espécies, sendo 178 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 3 espécies.

Referências

Cavalcanti, T.B.; Graham, S.A.T.; Facco, M.G.; Brauner, L.M. Lythraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB153>. Acesso em: 29 jul. 2026

Lythraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB153>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Bignoniaceae - Tabebuia rosea (Bertol.) DC. - ipê-rosa







 Bignoniaceae Juss., Gen. Pl. 137. 1789.

 Árvore, liana, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, tomentuloso, inerme; gavinha presente, ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha composta, palmada, imparipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, lanceolada, margem inteira, serreada, coriácea, membranácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência racemo, panícula, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, zigomorfa, monoclina, hipógina, oligostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, amarela, alva, rosa, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação parietal. Fruto cápsula, linear. Semente aladas, arilo ausente.

No Brasil ocorrem 41 gêneros e 432 espécies, sendo 214 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 10 gêneros e 15 espécies.



Referências

Bignoniaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB112305>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Costa, S. L., Johanes, I., Lohmann, L. G., & Melo, J. I. M. de. (2022). Flora da Paraíba (Brasil): Bignonieae (Bignoniaceae). Iheringia, Série Botânica., 77. https://doi.org/10.21826/2446-82312022v77e2022019

Fernando, Emanoel Messias. Bignoniaceae da Serra do Teixeira, Paraíba: taxonomia, distribuição geográfica e conservação. 2021. 75f. (Dissertação de Mestrado) Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2021. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41660 

Fernando, Emanoel Messias Pereira et al. Flora of Fazenda Aba, Paraíba, Brazil: Bignoniaceae. Rodriguésia, v. 72, 2021Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202172118. Acesso em: 27 jul. 2026.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [ORGANIZADOR(ES) DO LIVRO]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026. Cap. [número], p. [início-fim]. Disponível em: <Editora Científica Digital>. Acesso em: [data de hoje]

Lohmann, L.G.; Kaehler, M.; Fonseca, L.H.M. ; Farias-Singer, R.; Firetti, F.; Silva-Castro, M.M.; Gomes, B.M.; Frazão, A.; Francisco, J.N.C.; Thode, V.A.; Zuntini, A.R.; Medeiros, M.C.M.P.; Kataoka, E.Y.; Beyer, M.; Sun, J.X. Bignoniaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB112305>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em27 jul. 2026

Lopes-Silva, R. F., Cabral, S. C. M., Baracho, G. S., Lohmann, L. G., & Agra, M. F. (2022). Bignonieae (Bignoniaceae) from the Pico do Jabre, Paraíba, Brazil: Taxonomic diversity and distribution. Rodriguésia, 73, e00942021, publicado na revista Rodriguésia. [1, 2, 3]

Rubiaceae - Coutarea hexandra (Jacq.) K.Schum. - quina-quina









Rubiaceae Juss., Gen. Pl. 196. 1789.

Erva, trepadeira, arbusto, árvore, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, glabra, híspida, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira presente, ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula interpeciolar. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, oboval, oblonga, oblanceolada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência cimosa, glomérulo, tirso, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, tetra-penta-hexâmera, actinomorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, rosa, lilás, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, 5, 6, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário ínfero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, baga, ovóide. Semente arilo ausente.

Rubiaceae é a família do café, genipapo, ixora e musaendra, sendo muito importante na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 550 gêneros e 9000 espécies.

No Brasil ocorrem 134 gêneros e 1434 espécies, sendo 709 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 18 gêneros e 18 espécies.

Referências

Barbosa, M.R.,Zappi, D.,Taylor, C.,Cabral, E.,Jardim, J.G.,Pereira, M.S.,Calió, M.F.,Pessoa, M.C.R.,Salas, R.,Souza, E.B.,Di Maio, F.R. ,Macias, L.,Anunciação, E.A. da,Germano Filho, P.,Oliveira, J.A.,Bruniera, C.P.,M. Gomes,De Toni, K.,Firens, M. 2015. Rubiaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil2015.jbrj.gov.br/FB210)

 

Rubiaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB210>. Acesso em: 29 jul. 2026 

Rubiaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB210>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026.

-Nuñez Florentín, M.; Fader, A.A.C.; Souza, E.B.; Nepomuceno, F.A.A.; Florentín, J.E.; Carmo, J.A.M.; Miguel, L.M.; Nicora Chequin, R.; Sobrado, S.V.; Gauto, S.Y.; Salas, R.M. Oldenlandia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB14127>. Acesso em: 12 Mar. 2026

Pereira, M.S.; Barbosa, M.R.V. A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil. Subfamília Rubioideae. Acta Botanica Brasilica, v.20, n.2, p.455-470, 2006.

Pessoa, M.C.R and Barbosa, M.R.V. A família Rubiaceae Juss. no Cariri Paraibano. Rodriguésia. 2012. Vol. 63(4):1019-1037. DOI:

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Malvaceae - Melochia tomentosa L.







Malvaceae R. Br., Gen. Pl. 271. 1789.

Arbusto, árvore, subarbusto, trepadeira, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, glabro, híspido, tomentoso, glandular, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente. Nectário ausente. Estípula presente, apical, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, peciolada, basifixa, forma cordada, elíptica, linear, oblonga, oval, margem inteira, serreada, cartácea, coriácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, discolor, concolor. Inflorescência cimosa, axilar, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, polistêmone; cálice gamossépalo, às vezes antecedida de calículo, corola dialipétala, alva, amarela, rosa, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, andróforo presente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames > 10, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, penta-pluricarpelar, penta-plurilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, esquizocarpo, elíptica, costado. Semente arilo ausente.

Malvaceae é família do Algodão, chocolate, quiabo, estercúlia, dentre outras plantas, reconhecida por sua importância econômica, medicinal e alimentar.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cerca de 250 gêneros e 4200 espécies.

No Brasil ocorrem 85 gêneros e 913 espécies, sendo 478 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 24 gêneros e 30 espécies.

Referências

Coutinho, T.S. & Alves, M. 2025. Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Bixaceae e Malvaceae. Hoehnea 52: e402024, 2025. https://doi.org/10.1590/2236-8906e402024.

Figueiredo SS, Monteiro FKS, Melo, J. I. M. (2020) Flora of Paraíba, Brazil: Bombacoideae Burnett (Malvaceae). Biota Neotropica 20(2): 2–18. https://doi.org/10.1590/1676-0611-BN-2019-0837

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Lourenço Brandão, J., Sidney Baracho, G., Ferreira De Sales, M. & Paulino Viegas Filho, M. (2017) Synopsis of Sida (Malvaceae, Malvoideae, Malveae) in the state of Pernambuco, Brazil. Phytotaxa 307 (3): 205–227. https://doi.org/10.11646/phytotaxa.307.3.5

Malvaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB156>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em31 jul. 2026

Malvaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB156>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Souza, B.M. & Esteves, G.L. 2002. Tiliaceae. In: M.G.L. Wanderley, G.L. Shepherd & A.M. Giulietti (eds.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Instituto de Botânica, São Paulo, v. 2, pp. 331-342.

Souza, S. M.; Monteiro, F. K. S.; Melo, J. I. M. Grewioideae Dippel (Malvaceae) no Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, v. 47, e122019, 2020. DOI: 10.1590/2236-8906-12/2019

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Asteraceae - Platypodanthera melissifolia (DC.) R.M.King & H.Rob.












 Asteraceae Bercht. & J. Presl, Prir. Rostlin 254, 1820.

 Erva, arbusto, caule haste; ramo cilíndrico, híspido, tomentoso, escabroso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente ou presente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, espiralada, cruzada, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, oboval, palmatilobada, pinatilobada, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência capítulo, axilar, terminal. Flor séssil, monoclamídea, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice presente ou ausente, dialissépalo, corola gamopétala, amarela, rosa, vermelha, branca; corona ausente; androceu estames com anteras unidas, fitomelanina, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa, sinântera; gineceu sincárpico, ovário ínfero, bicarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto cipsela, oblongo com cálice com papus. Semente arilo ausente.

No mundo são encontradas de 24000 a 3000 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 347 gêneros e 2339 espécies, sendo 1420 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 30 gêneros e 30 espécies.

Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e como espécies invasoras. É a família do girassol, margarida, marcela entre outras espécies.

Referências

Asteraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB55>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em28 jul. 2026

Roque, N., Bautista, H.P. 2008. Asteraceae: caracterização e morfologia floral. Salvador: EDUFBA, 71 p.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [ORGANIZADOR(ES) DO LIVRO]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026. Cap. [número], p. [início-fim]. Disponível em: <Editora Científica Digital>. Acesso em: [data de hoje]

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]