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Lauraceae - Ocotea glomerata (Nees) Mez - canelinha









Lauraceae A. Rich., Gen. Pl. 80. 1789.

Árvore, trepadeira, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso de canela. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, espiralada. Folha áfila, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, trímera, actinomorfa, monoclina, hipógina, diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera valvar; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação pêndula. Fruto baga, núcula, oblongo, globóide, epicarpo verde com pontos amarelos. Semente arilo ausente.

Lauraceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem abacate, canela e louro.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 50 gêneros e 2500 espécies com distribuição tropical e subtropical.  No Brasil ocorrem 27 gêneros e 485 espécies, sendo 255 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

 

Baitello, J.B.; Lorea-Hernández, F.G.; Moraes, P.L.R.; Esteves, R. & Marcovino, J.R. 2003. Lauraceae. In: Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J.; Giulietti, A.M. & Melhem, T.S. (eds.). Flora fanerogâmica do estado de São Paulo. Vol. 3. FAPESP/ Rima, São Paulo. Pp. 149-223.

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Lauraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB143>. Acesso em: 04 set. 2026

Lauraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB143>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Moraes, P.L.R. (2005). Sinopse das Lauráceas nos estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Biota Neotropica 5: 253-270.

Santos, S. O., & Alves, M. (2012). Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Lauraceae. Rodriguésia, 63(3), 689–703.

Silva, J. R., Santos, M. F., & Lima, A. L. (2023). Florística e taxonomia de um fragmento de Floresta Atlântica no Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Botânica, 46(2), 120–135.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Lauraceae - Ocotea fasciculata (Nees) Mez












Lauraceae A. Rich., Gen. Pl. 80. 1789.

Árvore, trepadeira, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso de canela. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, espiralada. Folha áfila, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, trímera, actinomorfa, monoclina, hipógina, diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera valvar; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação pêndula. Fruto baga, núcula, oblongo, globóide, epicarpo verde com pontos amarelos. Semente arilo ausente.

Lauraceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem abacate, canela e louro.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 50 gêneros e 2500 espécies com distribuição tropical e subtropical.  No Brasil ocorrem 27 gêneros e 485 espécies, sendo 255 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

 

Baitello, J.B.; Lorea-Hernández, F.G.; Moraes, P.L.R.; Esteves, R. & Marcovino, J.R. 2003. Lauraceae. In: Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J.; Giulietti, A.M. & Melhem, T.S. (eds.). Flora fanerogâmica do estado de São Paulo. Vol. 3. FAPESP/ Rima, São Paulo. Pp. 149-223.

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Lauraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB143>. Acesso em: 04 set. 2026

Lauraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB143>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Moraes, P.L.R. (2005). Sinopse das Lauráceas nos estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Biota Neotropica 5: 253-270.

Santos, S. O., & Alves, M. (2012). Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Lauraceae. Rodriguésia, 63(3), 689–703.

Silva, J. R., Santos, M. F., & Lima, A. L. (2023). Florística e taxonomia de um fragmento de Floresta Atlântica no Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Botânica, 46(2), 120–135.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]


 

Lauraceae - Cinnamomum verum J.Preslv - canela -

















 Lauraceae A. Rich., Gen. Pl. 80. 1789.

Árvore, trepadeira, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso de canela. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, espiralada. Folha áfila, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, trímera, actinomorfa, monoclina, hipógina, diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera valvar; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação pêndula. Fruto baga, núcula, oblongo, globóide, epicarpo verde com pontos amarelos. Semente arilo ausente.

Lauraceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem abacate, canela e louro.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 50 gêneros e 2500 espécies com distribuição tropical e subtropical.  No Brasil ocorrem 27 gêneros e 485 espécies, sendo 255 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

 

Baitello, J.B.; Lorea-Hernández, F.G.; Moraes, P.L.R.; Esteves, R. & Marcovino, J.R. 2003. Lauraceae. In: Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J.; Giulietti, A.M. & Melhem, T.S. (eds.). Flora fanerogâmica do estado de São Paulo. Vol. 3. FAPESP/ Rima, São Paulo. Pp. 149-223.

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Lauraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB143>. Acesso em: 04 set. 2026

Lauraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB143>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Moraes, P.L.R. (2005). Sinopse das Lauráceas nos estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Biota Neotropica 5: 253-270.

Santos, S. O., & Alves, M. (2012). Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Lauraceae. Rodriguésia, 63(3), 689–703.

Silva, J. R., Santos, M. F., & Lima, A. L. (2023). Florística e taxonomia de um fragmento de Floresta Atlântica no Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Botânica, 46(2), 120–135.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Lauraceae - Persea americana Mill. - abacate -











Lauraceae A. Rich., Gen. Pl. 80. 1789.

Árvore, trepadeira, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso de canela. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, espiralada. Folha áfila, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, trímera, actinomorfa, monoclina, hipógina, diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera valvar; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação pêndula. Fruto baga, núcula, oblongo, globóide, epicarpo verde com pontos amarelos. Semente arilo ausente.

Lauraceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem abacate, canela e louro.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 50 gêneros e 2500 espécies com distribuição tropical e subtropical.  No Brasil ocorrem 27 gêneros e 485 espécies, sendo 255 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

 

Baitello, J.B.; Lorea-Hernández, F.G.; Moraes, P.L.R.; Esteves, R. & Marcovino, J.R. 2003. Lauraceae. In: Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J.; Giulietti, A.M. & Melhem, T.S. (eds.). Flora fanerogâmica do estado de São Paulo. Vol. 3. FAPESP/ Rima, São Paulo. Pp. 149-223.

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Lauraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB143>. Acesso em: 04 set. 2026

Lauraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB143>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Moraes, P.L.R. (2005). Sinopse das Lauráceas nos estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Biota Neotropica 5: 253-270.

Santos, S. O., & Alves, M. (2012). Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Lauraceae. Rodriguésia, 63(3), 689–703.

Silva, J. R., Santos, M. F., & Lima, A. L. (2023). Florística e taxonomia de um fragmento de Floresta Atlântica no Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Botânica, 46(2), 120–135.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Lauraceae - Cassytha filiformis L.







 Lauraceae A. Rich., Gen. Pl. 80. 1789.

Árvore, trepadeira, caule tronco, haste; ramo cilíndrico, glabro, piloso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso de canela. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, espiralada. Folha áfila, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, trímera, actinomorfa, monoclina, hipógina, diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera valvar; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação pêndula. Fruto baga, núcula, oblongo, globóide, epicarpo verde com pontos amarelos. Semente arilo ausente.

Lauraceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem abacate, canela e louro.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 50 gêneros e 2500 espécies com distribuição tropical e subtropical.  No Brasil ocorrem 27 gêneros e 485 espécies, sendo 255 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

 

Baitello, J.B.; Lorea-Hernández, F.G.; Moraes, P.L.R.; Esteves, R. & Marcovino, J.R. 2003. Lauraceae. In: Wanderley, M.G.L.; Shepherd, G.J.; Giulietti, A.M. & Melhem, T.S. (eds.). Flora fanerogâmica do estado de São Paulo. Vol. 3. FAPESP/ Rima, São Paulo. Pp. 149-223.

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Lauraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB143>. Acesso em: 04 set. 2026

Lauraceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB143>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Moraes, P.L.R. (2005). Sinopse das Lauráceas nos estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Biota Neotropica 5: 253-270.

Santos, S. O., & Alves, M. (2012). Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Lauraceae. Rodriguésia, 63(3), 689–703.

Silva, J. R., Santos, M. F., & Lima, A. L. (2023). Florística e taxonomia de um fragmento de Floresta Atlântica no Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Botânica, 46(2), 120–135.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]