Mostrando postagens com marcador verde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador verde. Mostrar todas as postagens

Piperaceae - Peperomia pellucida (L.) Kunth -Erva-de-jabuti-





Peperomia pellucida (L.) Kunth, Nov. Gen. Sp. (quarto ed.) 1: 64. 1815 [1816].

Piper caldense C. DC., Linnaea 37: 343. 1871-1873 [1872].


Piperaceae Giseke, Prae. Ord. Nat. Pl. 123. 1792.

 Erva, arbusto, caule haste, tronco; ramo cilíndrico com pontos alvos, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, cordada, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência espiga, axilar. Flor séssil, aclamídea, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice ausente, corola ausente; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 2, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-tricarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto baga, drupa, globóide. Semente obovoide, testa preta, arilo ausente.

Piperaceae é a família do pimenta-do-reino, pimenta-de-macaco, sendo muito importante para a espécie humana, utilizada na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 5 gêneros e 2000 espécies, sendo predominantemente pantropical.  No Brasil ocorrem 3 gêneros e 482 espécies, sendo 309 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 2 gêneros e 4 espécies.

Referências

Candolle, A. C. P. de. 1869. Piperaceae. In: Candolle, A. L. P. P. de (ed.) Prodromus Systematis naturalis regni vegetabilis Paris (Treuttel et Wurtz), Strasbourg, London, vol. 16, part. 1, p. 235-471.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. João Pessoa, [Editora Científica Digital], 2026. 

Guimarães, E.F.; Carvalho-Silva, M.; Medeiros, E.V.S.S.; Monteiro, D.; Queiroz, G.A.; Marcusso, G.M. Piperaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB190>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em24 ago. 2026

Guimarães, E. F., & Giordano, L. C. S. (2004). Piperaceae do Nordeste brasileiro I: estado do Ceará. Rodriguésia, 55(84), 21–46. https://doi.org/10.1590/2175-78602004558402.

Melo, A.; Alves, M. Piper (Piperaceae) in eastern Northeast Brazil. Phytotaxa, v. 505, n. 1, p. 1–38, 2021.

Monteiro, D., & Guimarães, E. F. (2020). Piperaceae do nordeste brasileiro II: estado de Alagoas. Rodriguésia, 71, e03122018. https://doi.org/10.1590/2175-7860202071104

Piperaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB190>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Silva, J.S. & Abreu, M.C. (2009) Piperaceae. In: Alves M, Araújo MF, Maciel JR & Martins S (eds.) Flora de Mirandiba. Associação de Plantas do Nordeste, Recife. Pp. 280-282.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Santalaceae - Phoradendron quadrangulare (Kunth) Griseb. -enxerque-















Phoradendron quadrangulare (Kunth) Griseb., Fl. Brit. W. I.: 711. 1864.
 

Anacardiaceae - Astronium fraxinifolium Schott - gonçalo-alves-

















Astronium fraxinifolium Schott, Syst. Veg. [Sprengel] 4(2, app.): 404. 1827.

Anacardiaceae R. Br., Narr. Exped. Zaire 431, 1818.

Árvore, caule tronco estriado, reticulado; ramo cilíndrico, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente, presente, alvo. Odor intenso de manga. Embira presente, ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, simples, imparipinada, peciolada, basifixa, forma oboval, oblonga, elíptica, margem inteira, coriácea, membranácea ou coriácea, broquidódroma, cladódroma, concolor. Inflorescência panícula, axilar, terminal. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, diclina, monoclina, hipógina, diplostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva, vermelha; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, tricarpelar, trilocular, placentação pêndula. Fruto drupa, noz, reniforme, globóide. Semente arilo ausente.

Anacardiaceae é uma família muito conhecida pelo seu potencial medicinal e alimentar. A esta família pertencem aroeira, aroeira do sertão, cajá, cajarana, caju, ciriguela.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por 70 gêneros e 700 espécies.  No Brasil ocorrem 15 gêneros e 65 espécies, sendo 18 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 7 gêneros e 7 espécies.

Referências

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Anacardiaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB44>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gama, J. V. G., Sousa, L. M. de, Santos, F. D. S., & Loiola, M. I. B. (2024). Flora of Ceará, Brazil: Anacardiaceae. Rodriguésia, 75, Artigo e01802023. https://doi.org/10.1590/2175-7860202475056              

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Santos, C.C., Borba, E.L. & Queiroz, L.P. (2008) A família Anacardiaceae no semiárido do estado da Bahia, Brasil. Sitientibus Série Ciências Biológicas 8: 189-219.

Silva-Luz, C.L. (2011) Anacardiaceae R. Br. na flora fanerogâmica do estado de São Paulo. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo, São Paulo. 94p.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Amaranthaceae - Amaranthus viridis L. - bredo-de-porco










 Amaranthaceae Juss., Gen. Pl. 87-88, 1789.

Erva, caule haste; ramo cilíndrico, glabra; armada ou inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta ou alterna, dística, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência espiga, glomérulo, axilar, terminal. Flor séssil, monoclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, ou díclina, hipógina, isostêmone; cálice ausente, corola dialipétala, rosa, alva, verde; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto cápsula, globóide. Semente testa preta, arilo ausente.

Amaranthaceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar. A esta família pertencem o mastruz, crista de galo, quinoa e para-tudo.

No mundo ocorrem 170 gêneros e ca. 2000 espécies (Souza e Lorenzi 2019).

No Brasil ocorrem 27 gêneros e 158 espécies, sendo 74 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

Amaranthaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB42>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em06 ago. 2026

Amaranthaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB42>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Siqueira, J. C. Amaranthaceae. In: Wanderley, M. G. L.; Shepherd, G. J.; Giulietti, A. M.; Melhem, T. S.; Bittrich, V.; Kameyama, C. (Eds.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. São Paulo: HUCITEC: FAPESP, 2002. v. 2, p. 11-30

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]