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Convolvulaceae - Daustinia montana (Moric.) Buril & A.R. Simões









 Convolvulaceae Juss., Gen. Pl. 132. 1789.

Erva, trepadeira, caule haste; ramo cilíndrico, glabro, híspido; inerme, aculeado; gavinha ausente. Exsudato ausente, presente, transparente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente, presente, peciolar. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, dística, espiralada. Folha afila, simples, composta, palmada, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, branca, vermelha, azul, rosa; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, ovóide. Semente arilo ausente.

Convolvulaceae é família da batata-doce e das jitiranas entre outras plantas, reconhecida por sua importância econômica, alimentar, medicinal e ornamental.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cerca de 50 gêneros e 2000 espécies.

No Brasil ocorrem 24 gêneros e 431 espécies, sendo 200 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 8 gêneros e 17 espécies.

Referências

Bandeira, Á.N.; Bautista, H.P.; Buril, M.T.; Melo, J.I.M. Convolvulaceae no Parque Ecológico Engenheiro Ávidos, Alto Sertão Paraibano, Nordeste do Brasil. Rodriguésia, v. 70, e02252017, 2019. [1]

Buril, M.T., Delgado-Júnior, G.C., Barbosa, M.R.de V., & Alves, M. (2014). Convolvulaceae da Região do Cariri Paraibano, PB, Brasil. Revista Nordestina De Biologia, 21(2), 3–26. Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/revnebio/article/view/12155

Buril, M.T. & Alves, M. (2011) Flora da Usina SãoJosé, Igarassu, Pernambuco: Convolvulaceae. Rodriguésia 62: 93-105.

Convolvulaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB93>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Delgado-Junior, G.C., Buril, M.T. & Alves, M. (2014)Convolvulaceae do Parque Nacional do Catimbau,Pernambuco, Brazil. Rodriguésia 65: 425-442.D

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Marinho, A. M.; Jardim, J. G.; Buril, M. T. Convolvulaceae na APAJenipabu, Rio Grande do Norte, Brasil. Rodriguésia, v. 72, p. e03042018, 2021.

Moreira, A.L.C., Simão-Bianchini, R. & Cavalcanti, T.B. 2018. Sinopse do gênero Jacquemontia Choisy (Convolvulaceae) nos Estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Hoehnea 45: 192-201.

Santos, D., & Buril, M.T. 2020. O gênero Evolvulus (Convolvulaceae) no estado de Pernambuco, Brasil. Rodriguésia 71: 1-30.

Silva, C.V. 2013. Estudos taxonômicos em Evolvulus L. Seção Phyllostachyi Meisn. (Convolvulaceae). Tese de Doutorado - Instituto de Botânica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Simão-Bianchini, R.; Ferreira, P.P.A.; Pastore, M.; Delgado-Junior, G.C.; Vasconcelos, L.V.; Petrongari, F.S.; Moreira, A.L.C.; Buril, M. T.; Simões, A.R.; Silva, C.V. Convolvulaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB93>. Acesso em: 05 ago. 2026

Simão-Bianchini, R., Vasconcelos, L.V. & Pastore, M. 2016. Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Convolvulaceae. Rodriguésia 67: 1301-1318.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Fabaceae - Phaseolus lunatus L. - fava





 Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar, sendo algumas plantas tóxicas. É a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies.

 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 

Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016.

 

Rubiaceae - Sabicea cinerea Aubl.








 Rubiaceae Juss., Gen. Pl. 196. 1789.

Erva, trepadeira, arbusto, árvore, caule haste, tronco; ramo cilíndrico, glabra, híspida, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira presente, ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula interpeciolar. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, oboval, oblonga, oblanceolada, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, concolor. Inflorescência cimosa, glomérulo, tirso, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, tetra-penta-hexâmera, actinomorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice gamossépalo, corola gamopétala, rosa, lilás, alva, amarela; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 4, 5, 6, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário ínfero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, baga, ovóide. Semente arilo ausente.

Rubiaceae é a família do café, genipapo, ixora e musaendra, sendo muito importante na alimentação e ornamentação.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) esta família é composta de 550 gêneros e 9000 espécies.

No Brasil ocorrem 134 gêneros e 1434 espécies, sendo 709 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 18 gêneros e 18 espécies.

Referências

Barbosa, M.R.,Zappi, D.,Taylor, C.,Cabral, E.,Jardim, J.G.,Pereira, M.S.,Calió, M.F.,Pessoa, M.C.R.,Salas, R.,Souza, E.B.,Di Maio, F.R. ,Macias, L.,Anunciação, E.A. da,Germano Filho, P.,Oliveira, J.A.,Bruniera, C.P.,M. Gomes,De Toni, K.,Firens, M. 2015. Rubiaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil2015.jbrj.gov.br/FB210)

 

Rubiaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB210>. Acesso em: 29 jul. 2026 

Rubiaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB210>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al. 2026]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026.

-Nuñez Florentín, M.; Fader, A.A.C.; Souza, E.B.; Nepomuceno, F.A.A.; Florentín, J.E.; Carmo, J.A.M.; Miguel, L.M.; Nicora Chequin, R.; Sobrado, S.V.; Gauto, S.Y.; Salas, R.M. Oldenlandia in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB14127>. Acesso em: 12 Mar. 2026

Pereira, M.S.; Barbosa, M.R.V. A família Rubiaceae na Reserva Biológica Guaribas, Paraíba, Brasil. Subfamília Rubioideae. Acta Botanica Brasilica, v.20, n.2, p.455-470, 2006.

Pessoa, M.C.R and Barbosa, M.R.V. A família Rubiaceae Juss. no Cariri Paraibano. Rodriguésia. 2012. Vol. 63(4):1019-1037. DOI:

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Aristolochiaceae - Aristolochia birostris Duch.







Aristolochia birostris Duch., Ann. Sci. Nat., Bot., sér. 4, 2: 60. 1854.

Aristolochiaceae Juss., Gen. Pl. 72-73, 1789.

Liana, caule tronco; ramo cilíndrico, glabro, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma lobada, cordada, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar. Flor pedicelada, monoclamídea, zigomorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice gamossépalo, corola ausente; corona ausente; androceu gamostêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 6, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário ínfero, hexacarpelar, hexalocular, placentação axilar. Fruto cápsula, oblongoide, costado. Semente triangular, achatada, arilo ausente.

Aristolochiaceae é uma família conhecida pelo seu potencial ornamental e medicinal. A esta família pertencem o papo-de-peru.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cinco gêneros e 600 espécies.  No Brasil ocorrem 1 gênero e 83 espécies, sendo 37 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 1 gênero e 2 espécies.

Referências

Abreu, I. S., & Giulietti, A. M. (2016). Flora da Bahia: Aristolochiaceae. Sitientibus série Ciências Biológicas, 16. https://doi.org/10.13102/scb1059

Aristolochiaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB54>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Barroso, G. M., Guimarães, E. F., Ichaso, C. L. F., Costa, C. G., & Peixoto, A. L. (2002). Sistemática de angiospermas do Brasil (Vol. 1, 2ª ed. rev.). Editora UFV.

Capellari-Júnior, L. 2002. Aristolochiaceae. In: M.G.L. Wanderley, G.J. Shepherd, A.M. Giulietti, T.S. Melhem, V. Bittrich & C. Kameyama (eds), Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 2. Instituto de Botânica, São Paulo, p. 39–50

Freitas, J.; Lirio, E.J.; Barros, F.; González, F. Aristolochiaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB54>. Acesso em: 04 set. 2026

Freitas, J., & Alves-Araújo, A. (2017). Flora do Espírito Santo: Aristolochiaceae. Rodriguésia, 68(5), 1505-1539. https://doi.org/10.1590/2175-7860201768501

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gentry, A. H. 1996. A field guide to the families and genera of woody plants of northwest South America (Colombia, Ecuador, Peru): With supplementary notes on herbaceous taxa. University of Chicago Press.

Melo A., Araújo, A.A.M. & Alves, M. (2013). Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco: Aristolochiaceae e Piperaceae. Rodriguesia 64: 543-553.

Rebouças, N. C., Lima, I. G., Ribeiro, R. T. M., & Loiola, M. I. B. (2020). Flora do Ceará, Brasil: Aristolochiaceae s.s.. Rodriguésia, 71, e04012017. https://doi.org/10.1590/2175-7860202071037



 

Convolvulaceae - Camonea umbellata (L.) A.R. Simões & Staples





 




Convolvulaceae Juss., Gen. Pl. 132. 1789.

Erva, trepadeira, caule haste; ramo cilíndrico, glabro, híspido; inerme, aculeado; gavinha ausente. Exsudato ausente, presente, transparente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente, presente, peciolar. Estípula ausente. Filotaxia ausente, alterna, dística, espiralada. Folha afila, simples, composta, palmada, peciolada, basifixa, forma elíptica, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, concolor. Inflorescência cimosa, axilar. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, branca, vermelha, azul, rosa; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, bilocular, placentação axilar. Fruto cápsula, ovóide. Semente arilo ausente.

Convolvulaceae é família da batata-doce e das jitiranas entre outras plantas, reconhecida por sua importância econômica, alimentar, medicinal e ornamental.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cerca de 50 gêneros e 2000 espécies.

No Brasil ocorrem 24 gêneros e 431 espécies, sendo 200 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 8 gêneros e 17 espécies.

Referências

Bandeira, Á.N.; Bautista, H.P.; Buril, M.T.; Melo, J.I.M. Convolvulaceae no Parque Ecológico Engenheiro Ávidos, Alto Sertão Paraibano, Nordeste do Brasil. Rodriguésia, v. 70, e02252017, 2019. [1]

Buril, M.T., Delgado-Júnior, G.C., Barbosa, M.R.de V., & Alves, M. (2014). Convolvulaceae da Região do Cariri Paraibano, PB, Brasil. Revista Nordestina De Biologia, 21(2), 3–26. Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/revnebio/article/view/12155

Buril, M.T. & Alves, M. (2011) Flora da Usina SãoJosé, Igarassu, Pernambuco: Convolvulaceae. Rodriguésia 62: 93-105.

Convolvulaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB93>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Delgado-Junior, G.C., Buril, M.T. & Alves, M. (2014)Convolvulaceae do Parque Nacional do Catimbau,Pernambuco, Brazil. Rodriguésia 65: 425-442.D

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Marinho, A. M.; Jardim, J. G.; Buril, M. T. Convolvulaceae na APAJenipabu, Rio Grande do Norte, Brasil. Rodriguésia, v. 72, p. e03042018, 2021.

Moreira, A.L.C., Simão-Bianchini, R. & Cavalcanti, T.B. 2018. Sinopse do gênero Jacquemontia Choisy (Convolvulaceae) nos Estados de Goiás e Tocantins, Brasil. Hoehnea 45: 192-201.

Santos, D., & Buril, M.T. 2020. O gênero Evolvulus (Convolvulaceae) no estado de Pernambuco, Brasil. Rodriguésia 71: 1-30.

Silva, C.V. 2013. Estudos taxonômicos em Evolvulus L. Seção Phyllostachyi Meisn. (Convolvulaceae). Tese de Doutorado - Instituto de Botânica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Simão-Bianchini, R.; Ferreira, P.P.A.; Pastore, M.; Delgado-Junior, G.C.; Vasconcelos, L.V.; Petrongari, F.S.; Moreira, A.L.C.; Buril, M. T.; Simões, A.R.; Silva, C.V. Convolvulaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB93>. Acesso em: 05 ago. 2026

Simão-Bianchini, R., Vasconcelos, L.V. & Pastore, M. 2016. Flora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: Convolvulaceae. Rodriguésia 67: 1301-1318.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Fabaceae - Clitoria ternatea L. - cunhã






Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar. Esta é a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies. 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016.

 

 

Cucurbitaceae - Luffa cylindrica (L.) M.Roem. - bucha




Cucurbitaceae Juss., Gen. Pl. 393–394. 1789.

Trepadeira, caule haste; ramo cilíndrico, costado, hirsuto, inerme; gavinha presente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralda. Folha simples, peciolada, basifixa, forma palmatilobada, margem inteira, cartácea ou coriácea, actinódroma, discolor, concolor. Inflorescência cimosa, axilar. Flor pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, diclina, epígina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola gamopétala, amarela; corona ausente; androceu monadelfo, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa, sinântera; gineceu sincárpico, ovário ínfero, tricarpelar, unilocular, placentação parietal. Fruto baga, pixídio, oblongo. Semente arilo ausente.

Cucurbitaceae é família da melancia, bucha, pepino, melão, chuchu, dentre outras plantas, reconhecida por sua importância econômica, alimentar e medicinal. O hábito predominante nesta família é formado de lianas e trepadeiras dotadas de gavinhas, seus frutos são bagas e cápculas.

De acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cerca de 120 gêneros e 850 espécies.

No Brasil ocorrem 28 gêneros e 163 espécies, sendo 54 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2020). No Campus I da UFPB foram encontrados 6 gêneros e 6 espécies.

Referências

Cucurbitaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB17036>. Acesso em: 14 ago. 2026

Cucurbitaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB17036>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Gomes-Costa, G. A., & Alves, M. Flora da Usina São José, Igarassu, Pernambuco, Brasil: Cucurbitaceae. Rodriguésia, 63(4), 817–829. 2012.

GOMES-COSTA, G.; ALVES, M. Cucurbitaceae Juss. na floresta atlântica de terras baixas ao norte do Rio São Francisco, Brasil. Iheringia, Série Botânica, v. 71, n. 1, p. 62–71, 2016.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Fabaceae - Macroptilium atropurpureum (Moc. & Sessé ex DC.) Urb. - feijão de rolinha -
















Fabaceae Lindl., Intr. Nat. Syst. Bot. (ed. 2) 148. 1836.

Erva, subarbusto, arbusto, trepadeira, liana, árvore, caule haste, tronco; ramo costado, cilíndrico, híspido, seríceo, tomentoso, tomentuloso, glandular, acúleo, espinho, ausente; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave ou intenso. Embira presente, ausente. Nectário ausente, presente, pecíolo, raque, lâmina foliar, glândulas translúcida na lâmina foliar. Estípula presente, ausente, lateral. Filotaxia alterna, dística, espiralada. Folha composta, simples, palmada, imparipinada, paripidada, bipinada, peciolada, basifixa, forma elíptica, linear, oboval, oval, oblonga, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, camptódroma, discolor, concolor. Inflorescência racemo, espiga, axilar, terminal. Flor séssil, pedicelada, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, hipógina, iso, diplo, polistêmone; cálice gamossépalo, dialissépalo, corola dialipétala, alva, violeta, lilás, amarela, vermelha; corona ausente; androceu monadelfo, dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 10, > 10, antera poricida, rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, unicarpelar, unilocular, placentação marginal. Fruto baga, câmara, drupa, folículo, legume, lomento, sâmara, linar, oval, alada. Semente arilo ausente; presente, alvo.

Fabaceae é a terceira maior família das angiospermas e a segunda em importância econômica. Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar. Esta é a família do feijão, amendoim, ervilha, tamarindo (Lewis et al. 2005; Legume data 2026).

No mundo ocorrem 800 gêneros e ca. 23000 espécies (Legume data 2026). No Brasil ocorrem 270 gêneros e 3139 espécies, sendo 1651 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 39 gêneros e 86 espécies. 

Referências

Cruz, A. M. S. A subfamília Caesalpinioideae DC. (Fabaceae Lindl.) na Mata Atlântica da Paraíba. 2020. 59 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Biológicas) – Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2020.

Fabaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB115>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Legume Data Portal. Legume Data Portal. Disponível em: https://www.legumedata.org/. Acesso em: 14 ago. 2026.

Lewis, G., Schrire, B., Mackinder, B., Lock, M. 2005.  Legumes of the world. Royal Botanic  Gardens, Kew, 577p.

Mendonça, S. Al. et al. A tribo Dalbergieae (Leguminosae - Papilionoideae) em um trecho de Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas, João Pessoa, Estado da Paraíba, Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 46, n. 2, e622018, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2236-8906-62/2018. Acesso em: 13 ago. 2026. [1]

Queiroz, R. T. de. Fabaceae - Leguminosae no Brasil. Disponível em: https://rubens-plantasdobrasil.blogspot.com/.

Queiroz, R.T. de. Fabaceae do Cariri paraibano. Nova Xavantina: Editora Pantanal, 2021. 630 p. Disponível em: https://doi.org/10.46420/9786588319604.

Queiroz, L.P. Leguminosas da Caatinga. Feira de Santana: UEFS, 2009. 467 p.

 Santos, T. G. dos. O Clado Mimosoide (Fabaceae - Caesalpinoideae) na Mata do Buraquinho, João Pessoa, Paraíba – Brasil. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciências Biológicas) – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2021.

Silva, R. P. da; Queiroz, R. T. de; FORTUNA-PEREZ, A. P. O gênero Zornia (Fabaceae - Papilionoideae) no estado da Paraíba, Brasil. Rodriguésia, v. 71, e02612018, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2175-7860202071123.

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

Tozzi, A. M. G. A. (Coord.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo: Volume 8 (Leguminosae). São Paulo: Instituto de Botânica, 2016.