Polygonaceae Juss., Gen. Pl. 82. 1789.
Árvore, liana, trepadeira, caule tronco estriado-reticulado, haste; ramo cilíndrico, rufo-tomentuloso
ou glabro, inerme; gavinha presente, ausente. Exsudato ausente. Odor ausente
ou suave. Embira ausente. Nectário
ausente. Estípula presente terminal ou ócrea. Filotaxia alterna, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma cordada, oblata,
elíptica, margem inteira, plana, coriácea, membranácea ou coriácea, broquidódroma, concolor.
Inflorescência racemo, panícula, axilar, terminal. Flor subpedicelada, monoclamídea, pentâmera, actinomorfa,
monoclina, hipógina, isostêmone; cálice dialissépalo, corola dialipétala, alva; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente,
ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, tricarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto acrosarco ou núcula,
orbicular ou costada. Semente arilo ausente.
Polygonaceae
é uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, sendo a família do
amor-agarradinho, pau-formiga e pageú.
No
mundo ocorrem 40 gêneros e ca. 1.100 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil
ocorrem 11 gêneros e 100 espécies, sendo 28
destas endêmicas do Brasil (Flora do e Funga do Brasil 2026). No Campus I da
UFPB foram encontrados 3 gêneros e 5 espécies.
Referências
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