Melastomataceae Juss., Gen. Pl. 328. 1789.
Arbusto, árvore, caule tronco; ramo cilíndrico,
costado, híspido, inerme; gavinha ausente.
Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente.
Nectário ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, oblonga,
oval, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, acródroma, discolor, concolor.
Inflorescência panícula, terminal. Flor pedicelada,
diclamídea, pentâmera, hexâmera, actinomorfa,
monoclina, epígina, diplostêmone; cálice
dialissépalo, hipanto presente, corola dialipétala, alva,
violeta; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente,
androginóforo ausente, estames 10, antera poricida;
gineceu sincárpico, ovário ínfero, pentacarpelar,
pentalocular, placentação axilar. Fruto cápsula,
baga, globóide. Semente arilo ausente.
Melastomataceae
é uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, sendo a família do
manacá-da-serra e tibochina.
No
mundo ocorrem 200 gêneros e 5000 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil
ocorrem 74 gêneros e 1525 espécies, sendo
1011 destas endêmicas do Brasil (Flora do
e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 3 gêneros e 4
espécies.
Referências
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p. [1, 2]
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