Burseraceae Kunth, Ann. Sci. Nat. (Paris) 2: 346. 1824.
Árvore, caule tronco,
cilíndrico, liso; ramo cilíndrico,
glabro, inerme;
gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor intenso
de manga. Embira ausente. Nectário
ausente. Estípula ausente. Filotaxia alterna, espiralada. Folha composta, imparipinada,
peciolada, basifixa, forma elíptica, oblonga, margem inteira, cartácea
ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência cimosa, terminal.
Flor pedicelada, diclamídea, tetrâmera, actinomorfa, monoclina,
hipógina, diplostêmone;
cálice dialissépalo, corola dialipétala, amarela;
corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente,
androginóforo ausente, estames 8, antera rimosa;
gineceu sincárpico, ovário súpero, bi-pentacarpelar,
bi-pentalocular, placentação pêndula. Fruto cápsula,
falcóide, globóide, vinho. Semente arilo presente, alvo.
Burseraceae
é a família do breu usada pela natura, e também da imburana de cambão uma
espécie muito comum na caatinga.
De
acordo com Souza e Lorenzi (2019) é uma família composta por cerca de 20
gêneros e 500 espécies.
No
Brasil ocorrem 5 gêneros e 120 espécies, sendo 29 destas endêmicas do Brasil (Flora do Brasil 2020). No Campus I
da UFPB foram encontrados 1 gênero e 2
espécies (Tabela 1).
Referências
Burseraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB68>.
Acesso em: 11 ago. 2026
Burseraceae in Flora do Brasil 2020 under construction.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at:
<http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB68>. Accessed
on: 30 Mar. 2020
Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico
do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata
do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]:
[Editora Científica Digital], 2026.
Rodriguésia, v. 77, e00582024, 2026. DOI: 10.1590/2175-7860202677005. [1, 2]
Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário