Amaranthaceae - Dysphania ambrosioides (L.) Mosyakin & Clemants - mastruz





 Amaranthaceae Juss., Gen. Pl. 87-88, 1789.

Erva, caule haste; ramo cilíndrico, glabra; armada ou inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente. Odor suave. Embira ausente. Nectário extrafloral ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta ou alterna, dística, espiralada. Folha simples, peciolada, basifixa, forma elíptica, oval, margem inteira, cartácea ou coriácea, broquidódroma, concolor. Inflorescência espiga, glomérulo, axilar, terminal. Flor séssil, monoclamídea, pentâmera, actinomorfa, monoclina, ou díclina, hipógina, isostêmone; cálice ausente, corola dialipétala, rosa, alva, verde; corona ausente; androceu dialistêmone, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa; gineceu sincárpico, ovário súpero, bicarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto cápsula, globóide. Semente testa preta, arilo ausente.

Amaranthaceae e uma família muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e alimentar. A esta família pertencem o mastruz, crista de galo, quinoa e para-tudo.

No mundo ocorrem 170 gêneros e ca. 2000 espécies (Souza e Lorenzi 2019).

No Brasil ocorrem 27 gêneros e 158 espécies, sendo 74 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 4 gêneros e 5 espécies.

Referências

Amaranthaceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB42>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em06 ago. 2026

Amaranthaceae in Flora do Brasil 2020 under construction. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Available at: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB42>. Accessed on: 30 Mar. 2020

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [Vasconcelos et al.]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [João Pessoa]: [Editora Científica Digital], 2026.

Siqueira, J. C. Amaranthaceae. In: Wanderley, M. G. L.; Shepherd, G. J.; Giulietti, A. M.; Melhem, T. S.; Bittrich, V.; Kameyama, C. (Eds.). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. São Paulo: HUCITEC: FAPESP, 2002. v. 2, p. 11-30

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

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