Asteraceae - Cosmos sulphureus Cav.






Figura 1: Habito herbáceo
Figura 2: Capítulo formado de flores sésseis.

Figura 3: Flor tubulosa com pétalas unidas e estilete piloso evidente.

Figura 4:  Corola aberta da flor tubulosa com 5 anteras sinânteras.

Figura 5: Embrião reto do fruto cípsela .


 Asteraceae Bercht. & J. Presl, Prir. Rostlin 254, 1820.

 Erva, arbusto, caule haste; ramo cilíndrico, híspido, tomentoso, escabroso, inerme; gavinha ausente. Exsudato ausente ou presente. Odor suave ou intenso. Embira ausente. Nectário ausente, presente, lâmina foliar. Estípula ausente. Filotaxia alterna, oposta, espiralada, cruzada, dística. Folha simples, peciolada, basifixa, forma oval, elíptica, oboval, palmatilobada, pinatilobada, margem inteira, serreada, cartácea ou coriácea, actinódroma, broquidódroma, concolor. Inflorescência capítulo, axilar, terminal. Flor séssil, monoclamídea, diclamídea, pentâmera, actinomorfa, zigormorfa, monoclina, epígina, isostêmone; cálice presente ou ausente, dialissépalo, corola gamopétala, amarela, rosa, vermelha, branca; corona ausente; androceu estames com anteras unidas, fitomelanina, andróforo ausente, ginóforo ausente, androginóforo ausente, estames 5, antera rimosa, sinântera; gineceu sincárpico, ovário ínfero, bicarpelar, unilocular, placentação basal. Fruto cipsela, oblongo com cálice com papus. Semente arilo ausente.

No mundo são encontradas de 24000 a 3000 espécies (Souza e Lorenzi 2019). No Brasil ocorrem 347 gêneros e 2339 espécies, sendo 1420 destas endêmicas do Brasil (Flora e Funga do Brasil 2026). No Campus I da UFPB foram encontrados 30 gêneros e 30 espécies.

Esta família é muito conhecida pelo seu potencial ornamental, medicinal e como espécies invasoras. É a família do girassol, margarida, marcela entre outras espécies.

Referências

Asteraceae in Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Available at:<https://floradobrasil.jbrj.gov.br/FB55>. consulta.publica.uc.citacao.acesso.em28 jul. 2026

Roque, N., Bautista, H.P. 2008. Asteraceae: caracterização e morfologia floral. Salvador: EDUFBA, 71 p.

Gadelha Neto, Pedro da Costa et al. Levantamento florístico do Refúgio de Vida Silvestre Mata do Buraquinho. In: [ORGANIZADOR(ES) DO LIVRO]. Mata do Buraquinho: história, ambiente, biodiversidade e conservação. [Local]: [Editora Científica Digital], 2026. Cap. [número], p. [início-fim]. Disponível em: <Editora Científica Digital>. Acesso em: [data de hoje]

Souza, V. C.; Lorenzi, H. Botânica sistemática: guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG IV. 4. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2019. 767 p. [1, 2]

 

Equisetopsida, Asterales, Asteraceae,

Bidens sulphurea (Cav.) Sch. Bip. A Botânica da Viagem de HMS ~ Herald ~ 308. 1856. ( Bot. Voy. Herald )

Habito erva; haste; embiras ausente. Estípula ausente. Filotaxia oposta, cruzada. Folhas simples; lobada, assimétrico, margem fendida, tricomas presente; peciolada. Inflorescência terminal capítulo. Flores sésseis, actino e zigomorfa, monoclinas e diclinas, valvar; diclamídeas e heteroclamídeas; cálice livre, corola unida, amarela; androceu 5 estames, de filetes livres e anteras sinânteras circundando; isodínamos; estames inclusos no tubo da corola e isostemone, antera rimosa, introrsa; gineceu sincárpico, bicarpelar, unilocular; ovário ínfero, 1 óvulo ereto, placentação basal, estilete filiforme. Fruto cipsela, glabro, negro e seco.

Planta cultivada nos jardins.

Nome vernacular: Cosmo-amarelo; Picão-grande; Áster-do-méxico; Picão.

Local: Campus I da Universidade Federal da Paraíba


Autora: Awrystepfanya Maria da Silva

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